A Companhia Feminina de Bote Baleeiro Independente nasce da vontade de reunir mulheres em torno de uma das mais emblemáticas tradições marítimas dos Açores: o bote baleeiro.
Com base na ilha de São Miguel, somos uma companhia independente, aberta e inclusiva, criada para todas as mulheres que queiram aprender, remar, treinar e disfrutar.
Acreditamos que o bote baleeiro é muito mais do que uma embarcação ou uma modalidade desportiva. É patrimônio cultural vivo, memória colectiva e expressão de uma identidade profundamente ligada ao mar. Preservá-lo significa colocá-lo na água, transmitir o conhecimento associado à sua utilização e permitir que novas gerações façam parte desta história.
Enquanto companhia independente, procuramos estabelecer relações de colaboração com empresas, clubes navais, associações e outras instituições detentoras ou responsáveis por botes integrantes do património baleeiro açoriano, promovendo a sua utilização, valorização e preservação através da prática do remo e de outras iniciativas ligadas à cultura baleeira.
A nossa companhia assenta em três princípios fundamentais: transparência, transversalidade e equidade. Queremos promover um ambiente saudável, colaborativo e respeitador, onde as oportunidades de participação são para todas.
Queremos remar, aprender e disfrutar do mar, preservando a tradição baleeira açoriana e promovendo um ambiente de amizade, partilha e respeito.
A competição poderá fazer parte do nosso percurso, mas nunca será o nosso propósito principal.
Estamos abertas ao intercâmbio de experiências e saberes entre companhias, promovendo visitas mútuas e a partilha da nossa atividade com visitantes e outras organizações ligadas ao bote baleeiro. Acreditamos que a colaboração e a aprendizagem mútua são fundamentais para preservar e fortalecer esta tradição.
Partilhamos a nossa atividade e o conhecimento sobre o bote baleeiro com visitantes e com a comunidade.
Promovemos intercâmbios e visitas a outros clubes e botes baleeiros, fortalecendo laços.
Acreditamos na transmissão mútua: aprendemos com quem nos visita e com quem visitamos.
Acolhemos quem nos visita. A nossa porta — e o nosso mar — estão sempre abertos.